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Mas Afinal,... Quem Escreveu a Bíblia???

A história de Deus foi escrita pelos homens. Mas quem é o autor do livro mais influente de todos os tempos?
As respostas são surpreendentes - e vão mudar sua maneira de ver as Escrituras.

 Em algum lugar do Oriente Médio, por volta do século 10 a.C., uma pessoa decidiu escrever um livro. Pegou uma pena, nanquim e folhas de papiro (uma planta importada do Egito) e começou a contar uma história mágica, diferente de tudo o que já havia sido escrito. Era tão forte, mas tão forte, que virou uma obsessão. Durante os 1 000 anos seguintes, outras pessoas continuariam reescrevendo, rasurando e compilando aquele texto, que viria a se tornar o maior best seller de todos os tempos: a Bíblia. Ela apresentou uma teoria para o surgimento do homem, trouxe os fundamentos do judaísmo e do cristianismo, influenciou o surgimento do islã, mudou a história da arte "sem a Bíblia, não existiriam os afrescos de Michelangelo nem os quadros de Leonardo da Vinci" e nos legou noções básicas da vida moderna, como os direitos humanos e o livre-arbítrio. Mas quem escreveu, afinal, o livro mais importante que a humanidade já viu? Quem eram e o que pensavam essas pessoas? Como criaram o enredo, e quem ditou a voz e o estilo de Deus? O que está na Bíblia deve ser levado ao pé da letra, o que até hoje provoca conflitos armados? A resposta tradicional você já conhece: segundo a tradição judaico-cristã , o autor da Bíblia é o próprio Todo-Poderoso. E ponto final. Mas a verdade é um pouco mais complexa que isso.

A Grande Falha Profética do ''Retorno'' de jesus cristo

Na Bíblia existem muitas profecias mas, sem dúvida, uma das mais conhecidas e celebradas é a do JUÍZO FINAL, a SEGUNDA VINDA de Cristo, que virá recolher todos aqueles que nele creram e dar-lhes o Reino dos Céus e a Vida Eterna como recompensa (apesar de haver divergências sobre como será esse retorno). O problema é que, segundo a Bíblia, isso já deveria ter acontecido há muito tempo!

O Paradoxo de Epicuro

Sentença

Se Deus é omnipotente, omnisciente e benevolente, então o Mal não poderia continuar existindo.
 
Explicação

Para Deus e o Mal continuarem existindo ao mesmo tempo é necessário que Deus não tenha uma das três caracteristicas.

Se for omnipotente e omnisciente, então tem conhecimento de todo o Mal e poder para acabar com ele, ainda assim não o faz. Então Ele não é Bom.

Se for omnipotente e benevolente, então tem poder para extingir o Mal e quer fazê-lo, pois é Bom. Mas não o faz, pois não sabe o quanto Mal existe , e onde o Mal está. Então Ele não é omnisciente.

Se for omnisciente e Bom, então sabe de todo o Mal que existe e quer mudá-lo. Mas isso elimina a possibilidade de ser omnipotente, pois se o fosse erradicava o Mal. E se Ele não pode erradicar o Mal, então porquê chama-lo de Deus ?

A Felicidade Eterna Prometida Pelo Cristianismo - Søren Kierkegaard

O problema objectivo consiste numa investigação acerca da verdade do Cristianismo. O problema subjectivo diz respeito à relação do indivíduo com o Cristianismo. Para pôr as coisas de forma simples: como é que eu, Johannes Climacus [Kierkegaard], posso participar da felicidade prometida pelo Cristianismo? ...
Partindo do princípio de que não há problemas com as Escrituras ― o que se segue? Uma pessoa que antes não tinha fé passou a estar um só passo mais próximo de a ter? Não, nem um só passo. A fé não resulta da investigação científica; não tem de todo uma origem directa. Pelo contrário, nesta objectividade há a tendência para perder o interesse pessoal infinito pela paixão que é a condição da fé, o ubique et musquam no qual a fé pode brotar. Uma pessoa que antes tinha fé ganhou algo no que respeita à sua força e poder? Não, nem de longe. Em vez disso, aquilo que ocorre é que, neste volumoso conhecimento, nesta certeza que espreita à porta da fé e ameaça devorá-la, ela está numa situação tão perigosa que precisará de esforçar-se muito, cheia de medo e a tremer, para que não caia vítima da tentação de confundir conhecimento com fé. Apesar de a fé ter tido até agora um mestre-escola eficaz na incerteza existente, teria na nova certeza o seu mais perigoso inimigo. Pois, se a paixão for eliminada, a fé deixa de existir, e a certeza e a paixão não coexistem. Quem quer que acredite que há um Deus e uma providência que tudo governa achará mais fácil preservar a sua fé, mais fácil adquirir uma coisa que é definitivamente fé e não uma ilusão, num mundo imperfeito em que a paixão é mantida viva do que num mundo absolutamente perfeito. Num tal mundo, a fé é ... impensável.

Como Surgiu Jesus - Frank R. Zindler

Nosso mundo é um lugar instável. Nações sobem, e governos tombam. Pessoas desequilibradas ao redor do mundo torturam e matam uns aos outros por causa da religião ou outras causas infundadas. Terremotos, vulcões e guerras periodicamente açoitam nosso globo. Continentes deslocam-se e colidem entre si e oceanos se formam e desaparecem. Até mesmo o próprio planeta Terra tem balanços. Conforme gira em seu eixo, a Terra não é estável. Como a cavilha de centro de um topo de brinquedo, o eixo da terra gira cambaleando lentamente em um círculo e traçando a superfície de um cone duplo no espaço

Este movimento do eixo da Terra é chamado precessão, e ele é, acredito, um dos principais componentes das causas que há muito tempo conduziram à criação do Cristianismo. O personagem agora conhecido como Cristo, ou Jesus, não nasceu de uma virgem; ao invés disso, foi produto de uma Terra giratória e instável. Se o eixo da Terra não fizesse precessão, o personagem Cristo nunca teria sido inventado. O Cristianismo como conhecemos não existiria.

Em meu próximo livro, Inventando Jesus, espero demonstrar exaustivamente a cadeia extraordinária de causas e efeitos que conduziram de uma terra cambaleante para uma biografia divina - a assim chamada "Vida de Cristo." Neste artigo resumido, claro, posso fazer pouco além de explicar os pontos principais desta tese e dar um exemplo da evidência que encontrei para apoiar isto. 

Guia de Casos Clássicos de Falácias

* Argumentum ad antiquitatem (Argumento de antiguidade ou tradição):

Afirmar que algo é verdadeiro ou bom porque é antigo ou "sempre foi assim".

Ex: "Se o meu avô diz que Garrincha foi melhor que Pelé, deve ser verdade."

* Argumentum ad hominem (Ataque ao argumentador):

Em vez de o argumentador provar a falsidade do enunciado, ele ataca a pessoa que fez o enunciado.

Ex: "Se foi um burguês quem disse isso, certamente é engodo".

* Argumentum ad ignorantiam (Argumento da Ignorância):

Ocorre quando algo é considerado verdadeiro simplesmente porque não foi provado que é falso (ou provar que algo é falso por não haver provas de que seja verdade). Note que é diferente do princípio científico de se considerar falso até que seja provado que é verdadeiro.

Ex: "Existe vida em outro planeta, pois nunca provaram o contrário"

A Grande Falha Profética da Volta de Jesus - O Verdadeiro Dia de São Nunca

Na Bíblia existem muitas profecias, mas sem dúvida, a mais conhecida e celebrada é a que fala do JUÍZO FINAL e a SEGUNDA VINDA de Cristo para recolher todos aqueles que nele creram e dar-lhes o Reino dos Céus e a Vida Eterna como recompensa. Mas, segundo a Bíblia, isso já não deveria ter acontecido? Vejamos o que ela mesmo nos diz sobre essa profecia feita, segundo os evangelhos, pelo próprio Jesus Cristo. Preste atenção nas palavras² “Breve”, “Cedo”, “Agora” e “Próximo”. Se tiver alguma dúvida sobre o significado delas não se acanhe e consulte um dicionário.

Em Mateus 24:03-35; Marcos 13:24-30 e Lucas 21:27-32, Jesus faz uma extensa e detalhada descrição sobre o Juízo Final; e complementa dizendo:

"EM VERDADE VOS DIGO, QUE NÃO PASSARÁ ESTA GERAÇÃO SEM QUE TODAS ESSAS COISAS SE CUMPRAM"

A Aposta de Pascal

A Aposta de Pascal, criada por Blaise Pascal, longamente apresentada no livro "Penseés", não é um argumento direto da existência de Deus. É um argumento que poderá ser considerado calculista, a favor de um comportamento humano de acordo com a existência de Deus, seguindo a "razão do coração". Este argumento tem mais ou menos o conteúdo que se segue:

Se você acredita em Deus e nas Escrituras e estiver certo, será beneficiado com a ida ao paraíso.
Se você acredita em Deus e nas Escrituras e estiver errado, não terá perdido nada.
Se você não acredita em Deus e nas Escrituras e estiver certo, não terá perdido nada.
Se você não acredita em Deus e nas Escrituras e estiver errado, você irá para o fogo eterno.

34 Argumentos Pouco Convincentes a Favor de um 'Deus'

Ateísmo — a ausência de crença em deuses — se baseia na falta de evidências de que deuses existam, falta de motivos para crer em deuses e nas dificuldades e contradições geradas pelo conceito de deus. No entanto, o ateísmo permanece uma hipótese, sujeita a mudanças se argumentos teístas convincentes surgirem.

A seguir, apresentamos alguns dos argumentos que ateus examinaram e algumas das razões pelas quais os rejeitaram.
1) Deus das Lacunas (Deus sendo o “almoço grátis”)

A maioria das “provas” de que deuses existem se baseiam, pelo menos em parte, no argumento do Deus das lacunas. Este argumento diz que se nós não temos a resposta para alguma coisa, então “Foi Deus”. “Deus” se torna a explicação padrão, mesmo sem evidências. Mas será que dizer que “Foi Deus” é realmente uma resposta?

Livre-arbítrio e Programação Cerebral

Se nossos atos são determinados por acontecimentos anteriores, então não temos escolha sobre nada - nem responsabilidade sobre o que fazemos?
por Shaun Nichols

Cientistas e filósofos estão convencidos de que não existe livre-arbítrio. De acordo com esses céticos, tudo o que acontece é determinado pelo que ocorreu antes - nossos atos são conseqüências inevitáveis de acontecimentos que culminaram com outro ato - e isso impede que possamos fazer as coisas de forma inteiramente livre. Esse tipo de atitude contra o livre-arbítrio remonta aos debates filosóficos do século 18, mas ultimamente a idéia ganhou mais destaque em artigos e livros científicos de penetração popular. Será que devemos dar atenção a essas questões? Se as pessoas chegarem a acreditar que não têm livre-arbítrio, quais serão as conseqüências para a responsabilidade moral e ética?

Apelo à Autoridade

O apelo à autoridade é uma falácia de irrelevância, que ocorre quando a autoridade citada não é realmente uma autoridade. Por exemplo, apelar a Einstein para dar apoio a um ponto de vista sobre religião seria um apelo irrelevante à autoridade. Einstein era especialista em física, não em religião. No entanto, mesmo se ele tivesse sido um rabino, apelar ao Rabino Einstein como evidência de que Deus existe seria ainda um apelo irrelevante à autoridade pois religião, por natureza, é um campo controvertido. Não só os especialistas em religião divergem sobre questões fundamentais sobre o assunto, como também muitas pessoas acreditam que a religião seja, em si, falsa. O apelo a pessoas não-especialistas como se o fossem, ou o apelo a especialistas em campos controversos a fim de apoiar uma crença são igualmente irrelevantes para que se estabeleça essa crença como correta.

O apelo irrelevante à autoridade é um tipo de falácia genérica. Tenta-se julgar uma crença pela sua origem, em vez de pelos argumentos favoráveis e contrários a ela. Se a crença se originou de uma pessoa com autoridade, então afirma-se que seja verdadeira. No entanto, mesmo autoridades podem crer em coisas falsas.

A Falácia do Livre Arbítrio

Os crentes pressupõem que Deus criou um universo perfeito e que nós, suas criaturas, também fomos criados perfeitos, mas que, usando de nosso livre arbítrio, e sabendo das consequências, decidimos pecar.

Como castigo, Deus nos expulsou do Paraíso. Entretanto, em seu infinito amor, enviou-nos seu próprio filho para ser sacrificado por nós e expiar nosso pecado, salvando-nos da morte.

Estas idéias apresentam uma série de falhas, que os crentes se obstinam em ignorar, sempre repetindo que Deus é perfeito e o erro foi nosso.

1. Adão e Eva não cometeram um pecado que justificasse tamanha punição. Se, como diz a Bíblia, eram como crianças que não conheciam o bem e o mal, também não tinham a consciência de que estavam fazendo algo tão errado.

Insistem os crentes em que Deus os avisou claramente. Sim, mas criaturas sem maldade como eles não tinham como perceber que estavam sendo enganadas pela serpente, já que a malícia e a mentira eram conceitos que eles não compreendiam. Quando muito, ao ouví-la, concluiriam que não tinham entendido direito as palavras de Deus. E a verdade é que foi Deus, e não a serpente, que mentiu sobre os frutos da árvore do Bem e do Mal.

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